Não tive disponibilidade para meter a análise no blog na semana passada. Contudo, vou metê-la hoje, com a melhor análise feita nestes anos.
Os meus gráficos são referentes ao IDE de países terceiros em Portugal (IDEP). No período em análise entre 97 a 2005, os valores do investimento estrangeiro tomaram valores diferenciados. Entre 97 a 2003, o investimento aumentou de 7952 milhões de euros para 32224 milhões. Contudo, é de referir que em 2002 hove uma descida legeira, rondando os 21797 milhões de euros. Nos últimos dois anos, o valor deste investimento diminuiu, rondando o valor final de 23861 milhões de euros. Também verificamos que os países que investiram mais em Portugal, durante 2005, foi a Alemanha (4399 milhões de euros), os Países Baixos (3967 milhões) e o Reino Unido (3807 milhões) , enquanto que os países que menos investiram foram o Luxemburgo (476 milhões de euros), a Irlanda (478 milhões) e os EUA (586 milhões de euros)
Assim , conclui-se que os países que mais investem em Portugal são países europeus, pertencentes à UE. Ou seja, o principal investidor em Portugal é a UE.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
Governo e Orçamento de Estado
Segundo uma notícia retirada do Jornal de Negócios, o Governo pretende usar o método das privatizações para reduzir a sua dívida pública em meio valor percentual do PIB, segundo Bruxelas.
Privatização de uma empresa é a venda de empresas estatais para a iniciativa privada.
Bem, isto até pode ser giro, mas estas privatizações precipitadas são prejudiciais.
Digo isto, pois o Estado perde assim um instrumento de intervenção na Economia. Em segundo, a interesse em servir a comunidade pode ser substítuido pela procura de maior lucro. Em terceiro, as empresas podem ser chefiadas por estrangeiros (EDP - 48%; GALP - 39,3%; BES - 28%)-> x% da empresa apresentada é estrangeira. Assim, estas podem servir apenas interesses estrangeiros.
Mas existem opiniões que dizem o contrário. Estas opiniões apoiam-se nos benefícios das privatizações: maiores lucros, maior competitividade das empresas e maior gerador de recursos, isto segundo Milton Friedman, defensor do liberalismo económico.
Assim, acabo o meu post dizendo que ,mesmo assim, penso que as privatizações são negativas para o desenvolvimento de Portugal
Privatização de uma empresa é a venda de empresas estatais para a iniciativa privada.
Bem, isto até pode ser giro, mas estas privatizações precipitadas são prejudiciais.
Digo isto, pois o Estado perde assim um instrumento de intervenção na Economia. Em segundo, a interesse em servir a comunidade pode ser substítuido pela procura de maior lucro. Em terceiro, as empresas podem ser chefiadas por estrangeiros (EDP - 48%; GALP - 39,3%; BES - 28%)-> x% da empresa apresentada é estrangeira. Assim, estas podem servir apenas interesses estrangeiros.
Mas existem opiniões que dizem o contrário. Estas opiniões apoiam-se nos benefícios das privatizações: maiores lucros, maior competitividade das empresas e maior gerador de recursos, isto segundo Milton Friedman, defensor do liberalismo económico.
Assim, acabo o meu post dizendo que ,mesmo assim, penso que as privatizações são negativas para o desenvolvimento de Portugal
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Actividade económica em Portugal sobe pela primeira vez desde Abril de 2008
Segundo uma notícia retirada do site do Jornal de Negócios, a economia de Portugal teve um valor positivo desde o final de 2009, significando um início de recuperação desde o começo da crise. A actividade económica manteve a tendência de recuperação prevista desde Maio 2009 e entrou em "território conhecido", avançando 0,2% face ao ano homólogo, isto segundo o Banco de Portugal.
Esta subida deve-se essencialmente ao aumento do consumo privado, que cresceu 2,5% em relação a Dezembro de 2008.
Podia ser mais elevado, se não se verificasse valores elevados de desemprego. Também a "cofiança dos consumidores", ao estabilizar, impede um valor de recuperação superior.
Para acabar, o INE prevê que brevemente irá-se verificar uma inversão desta tendência.
Parece que não é agora que Portugal irá recuperar de tamanho golpe. Talvez para a próxima...
Esta subida deve-se essencialmente ao aumento do consumo privado, que cresceu 2,5% em relação a Dezembro de 2008.
Podia ser mais elevado, se não se verificasse valores elevados de desemprego. Também a "cofiança dos consumidores", ao estabilizar, impede um valor de recuperação superior.
Para acabar, o INE prevê que brevemente irá-se verificar uma inversão desta tendência.
Parece que não é agora que Portugal irá recuperar de tamanho golpe. Talvez para a próxima...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Empresas vão receber apoios para contratar trabalhadores a prazo
Segundo uma notícia publicado no Diário Económico (http://economico.sapo.pt/noticias/empresas-vao-receber-apoios-para-contratar-trabalhadores-a-prazo_78824.html), o Governo irá ajudar as empresas para incentivar a ocupação de postos de trabalho destas mesmas, a troco de diminuir as contribuições para a Segurança Social.
Esta política é um exemplo claro como o Estado pode intervir na Economia. Ao criar o programa Emprego 2010, o Governo pretende combater o desemprego de Portugal, em que taxa ultrapasso os 10%. Ambas as facetas irão beneficiar desta proposta - por um lado, combate-se o desemprego em Portugal e por outro aumenta a produtividade das empresas, com mais trabalhadores - até um certo ponto em que um acréscimo de trabalhadores é negativo (Lei dos Rendimentos Decrescentes)
O Governo deverá incentivar estas iniciativas, para assim contribuir para um Portugal cada vez mais desenvolvido.
Esta política é um exemplo claro como o Estado pode intervir na Economia. Ao criar o programa Emprego 2010, o Governo pretende combater o desemprego de Portugal, em que taxa ultrapasso os 10%. Ambas as facetas irão beneficiar desta proposta - por um lado, combate-se o desemprego em Portugal e por outro aumenta a produtividade das empresas, com mais trabalhadores - até um certo ponto em que um acréscimo de trabalhadores é negativo (Lei dos Rendimentos Decrescentes)
O Governo deverá incentivar estas iniciativas, para assim contribuir para um Portugal cada vez mais desenvolvido.
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