segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Análise da tabela pg.131

Analisando a tabela podemos ver que as exportações portuguesas aumentaram 5,3% em 2004, 2,8% em 2005 e 12,4% em 2006.

Em 2005, os países para os quais Portugal mais exportou foram Espanha, Alemanha e França. Ao contrario de Espanha e França, onde as exportações tiveram sempre uma variação positiva, em 2004 e 2005 houve uma variaçao negativa na Alemanha.
Podemos ver que os países que tiveram um maior crescimento em 2006 foram Angola, Singapura, Brasil e México apesar destes terem um peso reduzido em 2005 (2,6%, 1,2%, 0,6% e 0,3%, respectivamente).

Os países que tiveram uma variaçao mais negativa foram a Bélgica e o Reino Unido cujo peso, em 2005, foi 3,7% e 8,6%, respectivamente, mas que no entanto tiveram um crescimento negativo de 5,65 e 7,9%, respectivamente.

Concluo assim que, os países que tiveram um maior crescimento foram também aqueles que tiveram um peso menor, e que os países que tiveram um maior peso tiveram também um crescimento bastante acentuado.
Isto segundo o INE e o Banco de Portugal.

Evoluçao do investimento directo

Análise do gráfico da página 137 do manual.

O gráfico, cuja fonte é o Banco de Portugal, dá-nos a informação sobre a evoluçao ao longo dos anos do investimento directo português expresso em milhões de euros.

O investimento directo no estrangeiro é o investimento feito por Portugal, aplicado em actividades bem identificadas.

Em 1997, o valor do investimento directo portugês foi de 2346 milhões de euros. Isto significa que 2346 milhões foram investidos fora do país.
Em 1998 observou-se um significativo aumento do IDE, apresentando o valor de 9483 milhões.
Voltou-se a registar um aumento nos dois anos seguintes, apresentando os valores de 10006 em 1999 e 14002 milhões no ano 2000.
Em 2002 e 2003 registou-se uma diminuição no IDE, sendo observados os valores de 13164 e 11612 milhões, respectivamente.
Em 2004 volta-se a registar um aumento, desta vez apresentando o valor de 12340 milhões de euros.
Em 2005 registou-se uma queda significativa, apresentando o valor de 5214 milhões.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Ministra prevê reduzir factura com medicamentos em 2010

O ministério da saúde, segundo o jornal de negócios preve reduzir a factura com medicamentos em 1% este ano, o que equivale a uma poupança de 16 milhoes de euros, depois da subida da forte derrapagem ocorrida na despesa em medicamentos no ano anterior.

No passado dia 19 de Febreiro, foi prometido empenho nesta situaçao durante a discussao do orçamento de estado para 2010 depois de em 2009 as despesas em medicamentos terem derrapado 80 %, saldando em 1,5 mil milhoes de euros, uma subida de 6,3 % face a 2008.

Esta poupança segundo o ministério da saúde vai ser conseguida através de um conjunto de medidas, entre as quais a implementação da venda de medicamentos em unidose, revisão do regime de comparticipações, desmaterialização do circuito administrativo do medicamento, forte campanha na promoção da prescrição de genéricos e prescrição electrónica dos medicamentos.

No orçamento de estado para 2009 previa-se que o aumento dos gastos com os medicamentos em farmácias nao iriam ultrapassar os 3,4 % , quando na realidade situou-se nos 6,3 %.
Ana Jorge, que é a actual ministra da Saúde.

A equipa de Ana Jorge justifica o aumento da despesa no ano de 2009, devido a dois grandes factores " por um lado, ao aumento da comparticipação a 100% dos medicamentos genéricos para pensionistas e, por outro lado, ao facto de não se reflectir no preço de referência a baixa do preço dos genéricos ".

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=411037

Notícia de 19 de Febreiro de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Relações económicas intra e extracomunitárias - o investimento directo estrageiro em Portugal (IDEP) Pág.138

Não tive disponibilidade para meter a análise no blog na semana passada. Contudo, vou metê-la hoje, com a melhor análise feita nestes anos.
Os meus gráficos são referentes ao IDE de países terceiros em Portugal (IDEP). No período em análise entre 97 a 2005, os valores do investimento estrangeiro tomaram valores diferenciados. Entre 97 a 2003, o investimento aumentou de 7952 milhões de euros para 32224 milhões. Contudo, é de referir que em 2002 hove uma descida legeira, rondando os 21797 milhões de euros. Nos últimos dois anos, o valor deste investimento diminuiu, rondando o valor final de 23861 milhões de euros. Também verificamos que os países que investiram mais em Portugal, durante 2005, foi a Alemanha (4399 milhões de euros), os Países Baixos (3967 milhões) e o Reino Unido (3807 milhões) , enquanto que os países que menos investiram foram o Luxemburgo (476 milhões de euros), a Irlanda (478 milhões) e os EUA (586 milhões de euros)
Assim , conclui-se que os países que mais investem em Portugal são países europeus, pertencentes à UE. Ou seja, o principal investidor em Portugal é a UE.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Relações económicas intra e extracomunitárias- o turismo, pág. 135

Segundo o INE e Banco de Portugal, em 2006, 27,5% das exportações de bens e serviços foi para o turismo e outros serviços.
Entre 95 e 96 o peso das receitas do turismo diminuíram, ou seja, 25% para 23,5% e entre 97 e 2006 o peso das receitas do turismo aumentaram, passando de 24% para 27,5%, tendo só diminuindo em 2000 e em 2003, ou seja, o peso das receitas do turismo foram de 26,5%.

Evolução da posição ocupada pelos outros países nas exportações em Portugal


De acordo com o INE, em 1985 58,3% das exportações portuguesas tinham como destino a CEE, e os restantes 41,7% tinham como destino os países fora da CEE.

Em 2002, o peso das exportações para os países fora da CEE diminuíram para 32%.

Esta evolução deveu-se á diminuição do peso das exportações para a EFTA (de 3,9% em 1985, para 1,6% em 2002). O peso da exportações para os EUA, PALOP e Países da Europa Central e de Leste mantiveram-se mais ou menos constantes – diminuiu ligeiramente para os EUA (de 5,9% em 1980 para 5,7% em 2002), mas sofreu um ligeiro aumento de 0,9% em 1980 para 1,6% em 2002 nas exportações para os países da Europa central e de leste e de 2,9% em 1980 para 3,0% em 2002 nas exportações para os PALOP.

Conclui-se assim, que mais de metade das exportações portuguesas têm como destino a CEE.

Importações de mercadorias por principais países de origem - P.134

Importações de mercadorias por principais países de origem - pesos no total (em percentagem)



Segundo a fonte do INE, entre 1996 e 2006, apenas as importações oriundas de Espanha, entre os quatro países aos quais importamos, aumentaram percentualmente os seus pesos no total.

O Reino Unido passou em 96, onde representava 7% das importações, a representar apenas 4% das importações em 2006.

A França foi o terceiro país que mais exportou para Portugal, apesar de esta também ter perdido peso relativo nas suas exportações para o nosso país, passando de 12% em 96 para 8% 2006.

As importações oriundas da Alemanha, que representavam 15% em 96, passaram em 2006 a representar 13% das importações de mercadorias totais.

As importações espanholas foram as que mais aumentaram o seu peso no total, passando de 23% en 1996 para 31% em em 2006, um crescimento percentual que, comparando com os valores das importações alemãs, francesas e inglesas, se justifica, concluindo-se então que entre 96 e 2006 as importações espanholas foram as que mais cresceram, para além de no ano base já serem as que tinham maior representatividade, sendo que Espanha aumentou a sua presença no mercado português, dando agora ainda mais concorrência aos outros três países mais importantes nas exportações para Portugal.