terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Exportações e consumo privado sustentam crescimento em 2011


No próximo ano o produto interno bruto (PIB) deverá crescer 1,4%, de acordo com as estimativas do Banco de Portugal. A contribuir para esta evolução estarão essencialmente as exportações e o consumo privado.

No próximo ano o produto interno bruto (PIB) deverá crescer 1,4%, de acordo com as estimativas do Banco de Portugal. A contribuir para esta evolução estarão essencialmente as exportações e o consumo privado.

As projecções do Banco de Portugal apontam para um crescimento do PIB nacional de 1,4%, no próximo ano. Período em que todas as componentes deverão contribuir para o crescimento da economia.

As exportações deverão crescer 3,2%, o que compara com um aumento de 1,7% previsto para este ano, uma evolução que ajudará à expansão da economia. Ainda assim, o contributo do comércio internacional será praticamente nulo, uma vez que as importações vão crescer 2,7%.

Apesar do crescimento ser inferior às exportações, este aumenta das entradas acaba por anular a evolução das exportações já que a base de partida das importações é maior (ver tabela).

O consumo privado também deverá recuperar em 2011, de acordo com as projecções do Banco de Portugal. As estimativas apontam para um crescimento deste componente de 1,6%.

O consumo público também deverá recuperar (1,1%) e prevê-se que o investimento cresça 0,9%, depois de este ano registar uma quebra de 3,4%.

2011 será assim o ano da verdadeira viragem, com a economia a crescer mais de 1%, depois de ter sido abalada por uma crise que se alastrou por todo o mundo. Ainda assim, o Banco de Portugal alerta para o facto de existir “uma probabilidade de 59 por cento em 2011 do crescimento do PIB ficar abaixo da actual projecção”.

2 comentários:

  1. Notícia "blogada" por:

    Nádia Tatiana Soares

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  2. Destaco que em 2010 o crescimento estará relacionado com o crescimento do consumo privado (será bom?!-endividamento) sendo que a nossa dependência continua a aumentar (défice da Balança corrente, de serviços e de capital). Importante é a queda do investimento (outra má noticia).

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